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Notícias

BIOMASSA VEGETAL PIROLISADA PODE AJUDAR A REMOVER MICROPOLUENTES DA ÁGUA

Água&Ambiente na Hora

Os adsorventes produzidos a partir de biomassa vegetal pirolisada (resíduos de podas de diferentes árvores de fruto e vinhas) podem ajudar no processo de remoção de micropoluentes das águas residuais tratadas de forma a permitir a sua reutilização para diferentes usos com segurança.

Este tratamento físico-químico por adsorção é apenas uma das possibilidades que está a ser estudada no âmbito do projeto REWATER, financiado pela União Europeia e desenvolvido por um consórcio de nove entidades europeias de Portugal, Roménia, Espanha e Suécia.

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Covid-19. Material descartável aumenta resíduos em aterros

Jornal i

Além das máscaras, material descartável usado em cabeleireiros, barbeiros e restaurantes vai parar aos aterros. Por isso, tutela proibiu até ao final do ano importação de resíduos de outros países.

Ontem, na Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território, todos os deputados presentes utilizavam máscaras – algumas reutilizáveis, outras descartáveis. “Sabem onde elas vão acabar?”, questionou João Pedro Matos Fernandes, ministro do Ambiente e da Ação Climática, relativamente às máscaras de utilização única. O material de uso descartável acaba nos aterros, já que não faz parte dos resíduos recicláveis. Por isso, disse João Pedro Matos Fernandes, “na semana passada foi proibida a entrada de resíduos para eliminação” vindos de outros países da União Europeia – medida que vigora até ao final do ano. “Não é por razões de saúde pública, mas é porque receamos que no pós-covid haja um aumento dos resíduos descartáveis e, se assim for, podemos precisar de uma reserva disponível em aterro”.

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Quatro pontos que ficaram por resolver no PENSAAR

Água & Ambiente

Maio/Junho

O presidente do Grupo de Apoio à Gestão do Plano Estratégico Nacional dos Serviços de Águas e Águas Residuais PENSAAR 2020, Diogo Faria de Oliveira, considera que existem quatro aspetos críticos não foram resolvidos entre 2014 e 2020, durante a vigência do plano, e que devem
ser solucionados no próximo documento estratégico.
O primeiro aspeto prende-se com a sustentabilidade económica Diogo Faria de Oliveira sublinha que existem ainda 114 entidades gestoras que apresentam um "grau de cobertura de gastos totais inferior a 90 por cento nos serviços de água". O mesmo acontece com 146 entidades gestoras nos serviços de saneamento.

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